quinta-feira, 10 de agosto de 2023

Sair à noite…com Segurança!

 

A noite traz consigo uma nova realidade, diferente da do dia!

As saídas com amigos, são acompanhadas de expetativas, onde a música, a dança, a imagem e os outfits assumem uma nova perspetiva.












Mas … para sair à noite, tenho de consumir bebidas alcoólicas? Será que só assim é que me divirto e aproveito tudo o que a noite me oferece?

Quem ingere álcool em contextos recreativos noturnos, consome por variadíssimas razões











No entanto, esta exposição voluntária ao risco, pode acarretar graves consequências para a sua saúde.

Desde junho já foram detidas 32 pessoas no Bairro Alto e Cais do Sodré

Existe a falsa ideia de que, se deixarem de ir a festas ou de sair à noite, deixam de consumir, ou que conseguem controlar as quantidades que ingerem, e que tal comportamento não lhes trará nenhuma consequência grave…

Porém…o certo é que aos fins de semana (altura em que um maior número de jovens sai à noite, chegam aos serviços de urgência casos de intoxicações alcoólicas - a Cruz Vermelha Portuguesa e as várias Corporações de Bombeiros são chamadas algumas vezes. Por seu lado, a Polícia de Segurança Pública tem de atuar em casos de condução sob o efeito de bebidas alcoólicas ou em casos de injúrias e agressões associadas a estes consumos!

Neste sentido, foi criado um projeto (em 2014) - Projeto Noite Saudável das Cidades do Centro de Portugal – que investe na prevenção da violência interpessoal, do abuso de álcool e consumo de drogas ilícitas e na sinistralidade rodoviária.

Este assenta num Programa de formação para os Profissionais dos estabelecimentos de diversão noturna, de organizações não governamentais e da área da saúde e segurança, tendo como objetivos gerais:

 

Promover ambientes de diversão noturna mais saudáveis e mais seguros.

Treinar estratégias que mostraram ser eficazes na resolução de diferentes situações de risco em ambientes recreativos como controlo local, comunicação interpessoal, gestão de conflitos, venda/distribuição responsável de álcool, primeiros socorros.


Os estabelecimentos de diversão noturna tentam dar o seu contributo para tornar as noites mais seguras...Sendo assim, a questão que te colocamos é…

O que estás disposto a arriscar quando sais à noite?

Para te ajudar, deixamos aqui 2 artigos da APAV sobre como te manteres seguro em ambientes de diversão – consulta-os!



https://www.apavparajovens.pt/pt/go/menu-top-como-te-manteres-segura-o-seguranca-em-ambientes-de-diversao

https://apav.pt/apav_v3/images/pdf/FI_SAD_2020.pdf


Lembra-te que o limiar entre um consumo moderado e um consumo excessivo de bebidas alcoólicas (e outras substâncias psicoativas) é muito ténue, e varia de pessoa para pessoa. Ao consumir em excesso estás a colocar-se a ti e aos outros em risco!!


Webgrafia:

asaude.pt/index.php/informacao-documentacao/recortes-de-imprensa/1670-saidas-a-noite-o-que-arriscas

https://www.irefreaportugal.pt/intervencao/projeto-noite-saudavel





quinta-feira, 27 de julho de 2023

HEPATITE: Mito ou verdade?

Na continuação do artigo anterior (https://apeadeirodasaudeagueda.blogspot.com/2022/08/mitos-e-verdades-sobre-as-hepatites.html), no artigo de hoje vamos abordar mais alguns mitos e verdades sobre as hepatites!

 

Quem já teve diagnóstico de hepatite não pode doar sangue?

 

Verdade - Por uma questão de segurança, os bancos de sangue não aceitam doadores que tiveram hepatite após os 11 anos de idade. Quem tem marcadores sorológicos das hepatites virais B e C, sejam marcadores de infeção atual ou passada, também não podem doar sangue.

 

 

A hepatite não tem cura?

 

Mito - A hepatite A evolui para a cura em praticamente 100% dos casos, salvo exceções, provocando hepatite aguda. A hepatite C, que pode evoluir para a forma crónica, tem cura e a hepatite aguda B também evolui para a cura espontânea em cerca de 90 a 95% nos adultos.



 

Pele amarelada é um dos sintomas de problema no fígado?

 

Verdade - A icterícia é um nome dado ao sinal clínico caracterizado pela coloração amarelada da pele (devido a um aumento dos níveis séricos das bilirrubinas). Existem diversas causas de icterícia, constituindo as doenças hepáticas, as principais causas desta condição.



 

A hepatite C afeta apenas o fígado

 

Mito - A hepatite C afeta sobretudo o fígado, podendo provocar inflamação, cirrose e, mais raramente, cancro do fígado. Mas podem existir outras manifestações extra-hepáticas, nomeadamente algumas queixas de tipo reumatismal, mas são situações menos frequentes.

 



 

Não se pode contrair hepatite C duas vezes

 

Mito - Uma vez que alguém é tratado e curado da hepatite C, pode contraí-la novamente - os anticorpos da infeção original não protegem como uma vacina faria (se existisse uma).

 


Webgrafia:

https://www.atlasdasaude.pt/publico/content/mitos-verdades-e-inverdades-o-que-sabemos-e-deviamos-saber-sobre-hepatites


terça-feira, 25 de julho de 2023

O que os novos dizem dos idosos...

 Quantas vezes ficaste em casa dos teus avós, tomando conta eles de ti?

Foste criado/educado por quem, para além dos teus pais?

Qual a tua “segunda casa”, onde os teus pais te deixam quando vão trabalhar, quando não te podem levar com eles?

Quem te vai buscar à escola, quando os teus pais não têm essa possibilidade?

Nas tuas férias, ficas com quem?

Pois é…de certeza que a muitas destas perguntas, a tua resposta foi…OS MEUS AVÓS!

Os TEUS AVÓS é como se fossem os teus “segundos pais”, também já deves estar farto de ouvir! Os teus pais confiam neles, porque também já foram eles os seus cuidadores durante muitos anos, ficam tranquilos em te deixarem num lar rodeado de carinho e afeto.

No entanto e, apesar de serem um pilar para os teus pais, também de certeza que já os ouviste dizer muitas vezes os “TEUS AVÓS SÓ TE ESTRAGAM”!

Pois é…mais uma vez, como em tudo o resto, os avós são alvo de alguns estereótipos/mitos sobre aquilo que são e o que fazem, por parte dos mais novos.

Mas… o que é que os avós têm a dizer sobre isto? Veja a visão do lado dos avôs sobre os mitos que os filhos perpetuam.

Avós são revolucionários. “Minam” os pais, a fim de fazer as coisas à sua maneira – A única coisa que eu já fiz nesse sentido foi ensinar uma frase para as crianças - Estas são as regras do avô, adaptáveis a cada ocasião.

Avós incentivam birras - As crianças não fazem birras com os avós. Ou melhor, até fazem, mas quando são ignoradas ou lhes é mostrado um lugar onde as podem fazer sozinhas e em paz durante o tempo que quiserem, elas tendem a tentar outra estratégia.

Avós são bons para cuidar das crianças por pouco tempo, pois eles perderam a sua firmeza - Onde é que essas pessoas pensam que os idosos estavam enquanto elas cresciam? Apoiávamos tudo o que era necessário…então somos bons apenas por pouco tempo? Digam isso da próxima vez que precisarem que tome conta das crianças! (Aceitem que a nossa firmeza sempre foi a necessária.)

Avós cedem a tudo que uma criança quer - Não, nunca! A menos que coincida com o que os avós também querem. Caso contrário, podemos deixá-las gritar e espernear tudo o que querem, apenas baixamos o volume dos nossos aparelhos auditivos.

Avós têm dificuldade em dizer não – Pronto, aqui podem ter alguma razão - a maioria dos avós está ansiosa para ajudar a cuidar dos netos, acabando por exagerar. No entanto, não há problema em dizer não!

Avós ficam frustrados facilmente – Não, como pai ficava, mas como avó não! Há algo sobre ser avô, que é como um comprimido relaxante misturado com disciplina.

Avós não sabem o que a criança realmente precisa – Tal e qual! E acontece simplesmente porque somos cegos e surdos na idade avançada! Não…apenas sabemos estabelecer as prioridades, utilizando a nossa experiência sábia.

Avós quebram as regras – Mesmo dizendo isso, continuam a deixá-los connosco? Como é possível? Pois…talvez porque não o façamos! Apenas as contornamos, fazemos coisas com as crianças que sabemos que nunca irão fazer na sua casa. Mas estabelecemos limites, afinal fomos nós que os criámos com os pais ou não se lembram disso?

A casa dos avós é a casa dos avós - Isto não é tanto um mito, é mais um facto! A casa dos avós não é a “casa da Joana”, não é uma democracia. Os pais não estabelecem as regras aqui - essa é a diferença entre mandá-los para a casa dos avós, ou pagarem para alguém tomar conta deles e seguir suas ordens!


Realmente, os avós têm “algo mais”; têm mais paciência, sabedoria e experiência, que lhes permite educar com carinho e amor os seus netos!! São os melhores avós que conseguem ser, apesar das limitações físicas e mentais impostas pela idade!

 

Bibliografia

https://www.familia.com.br/mitos-sobre-os-avos-que-os-filhos-perpetuam/


quinta-feira, 20 de julho de 2023

Segurança nas relações com amigos e grupos

 

A fase que atravessas (adolescência) é marcada pela aquisição de novos amigos e pela inserção em grupos com que te identificas - seja a nível de gostos musicais, desportivos ou de moda!

No entanto, é importante teres a noção de que nem todos são amigos verdadeiros e que os grupos te podem influenciar de forma menos positiva!!

Como tal, saberes proteger-te destas duas situações é fundamental para não tomares decisões que podem trazer-te consequências menos boas no futuro!!!

Assim…deixamos-te abaixo links para um conjunto de artigos que te podem ajudar neste sentido:


 https://www.apavparajovens.pt/pt/go/fazer-amigos

 HÁ BONS AMIGOS E MAUS AMIGOS?

COMO APOIAR UM/A AMIGO/A?

O QUE FAZER QUANDO SE CONHECE ALGUÉM?


https://www.apavparajovens.pt/pt/go/fazer-parte-de-um-grupo

FAZER PARTE DE M GRUPO (vantagens, desafios, riscos)


https://www.apavparajovens.pt/pt/go/resistir-a-pressao-para-fazer-parte-de-um-gang


 RESISTIR À PRESSÃO PARA FAZER PARTE DE UM GANG (o que fazer)









terça-feira, 4 de julho de 2023

O Sol e a sua Dádiva

 




















































































































































Webgrafia:

Alfredsson, L., Armstrong, B. K., Butterfield, D. A., Chowdhury, R., de Gruijl, F. R., Feelisch, M., Garland, C. F., Hart, P. H., Hoel, D. G., Jacobsen, R., Lindqvist, P. G., Llewellyn, D. J., Tiemeier, H., Weller, R. B., & Young, A. R. (2020). Insufficient Sun Exposure Has Become a Real Public Health Problem. International journal of environmental research and public health, 17(14), 5014. https://doi.org/10.3390/ijerph17145014

Holick M. F. (2004). Sunlight and vitamin D for bone health and prevention of autoimmune diseases, cancers, and cardiovascular disease. The American journal of clinical nutrition, 80(6 Suppl), 1678S–88S. https://doi.org/10.1093/ajcn/80.6.1678S

Holick M. F. (2008). Vitamin D and sunlight: strategies for cancer prevention and other health benefits. Clinical journal of the American Society of Nephrology : CJASN, 3(5), 1548–1554. https://doi.org/10.2215/CJN.01350308

Moan, J., Porojnicu, A. C., Dahlback, A., & Setlow, R. B. (2008). Addressing the health benefits and risks, involving vitamin D or skin cancer, of increased sun exposure. Proceedings of the National Academy of Sciences of the United States of America, 105(2), 668–673. https://doi.org/10.1073/pnas.0710615105


Pânico…O que fazer?

 

Conheces alguém que já teve um ataque de pânico?

Pois é…este é mais comuns do que muitas vezes se julga e nem sempre lhe damos a devida atenção.

Os Ataques de Pânico são uma doença psicológica em que se tem medo do próprio medo e resultam de um distúrbio de Ansiedade.

São de aparecimento súbito, sem aviso e ocorrem sem causa aparente, desencadeando um conjunto de sintomas assustadores!















Quem pode sofrer um ataque de pânico?

Cerca de 70% dos casos da síndrome acontecem em mulheres, principalmente jovens na faixa dos 15 aos 25 anos.


Todos os Ataques de Pânico são réplicas do primeiro ataque, em que o medo sentido foi tão grande que se começa a ter medo de o voltar a sentir.

As pessoas podem sentir o primeiro episódio de Pânico em qualquer circunstância, como por exemplo a dormir, a conduzir, num centro comercial, em casa, entre outras situações.

São várias as circunstâncias, aparentemente normais, que não representam uma ameaça real, mas que podem potenciar estes ataques que condicionam a vida da pessoa. 

Quem experiencia um evento traumático associa inconscientemente os sintomas às circunstâncias, começando a fugir dessas mesmas circunstâncias para evitar sentir esses sintomas.


















Sem tratamento, os ataques de pânico acabam por afetar todos os aspetos da vida e podem levar ao desenvolvimento de várias formas de fobia, afastamento da vida social, problemas na escola, depressão, tendências suicidas e abuso de álcool ou de drogas.


Quando ocorre o ataque de pânico, o que posso fazer? Como posso ajudar alguém em crise?

Querendo ajudar alguém, ou a ti próprio, numa circunstância dessas, lembra-te que qualquer atitude brusca apenas piorará a situação (por exemplo: não segures a pessoa, não a conduzas para outro local à força, não fiques agitado).

Objetivo: afastar o pânico e promover a tranquilidade.





















































Webgrafia:

https://www.clinicadamente.com/ataques-de-panico/

https://www.tuasaude.com/ataque-de-panico-o-que-fazer/