Apeadeiro da Saúde de Águeda
sexta-feira, 9 de outubro de 2026
quinta-feira, 8 de outubro de 2026
Verdades/Mitos sobre as Lentes de contacto
São adequadas para fazer desporto e não se perdem atrás do olho,
no entanto não se devem usar durante noite...
O que deves saber sobre este objeto inventado no século XIX.
As lentes de contacto são lentes artificiais, finas
e arredondadas que se usam na superfície do olho para corrigir os defeitos da
visão como a miopia, o astigmatismo e a hipermetropia. As lentes podem evitar o
uso dos óculos e dão uma visão mais próxima da realidade já que estão juntas
aos olhos.
A primeira lente de contacto foi desenvolvida por Adolf
Fick, oftalmologista alemão, em 1887, para a correção do astigmatismo.
Hoje, existem lentes de contacto de diferentes tipos de materiais.
Estima-se que em 2024 irão ser vendidos 1290 milhões
de pares de exemplares em todo o mundo. Mas ainda existem mitos que afastam as
pessoas deste pequeno objeto e há verdades sobre o seu uso que são imprescindíveis
conhecer.
As lentes de contacto devem ser usadas
por idosos?
Se por um lado a tecnologia das lentes de contacto já permite a correção de visão para longe e para perto, o que é muito importante para os idosos, no entanto existem doenças oftalmológicas nos idosos que impossibilitam o seu uso.
É perigoso usar lentes de contacto à
noite, enquanto dorme?
A superfície externa do olho, que fica parcialmente
coberta pela lente de contacto, necessita de estar em contacto com o oxigénio.
Esta superfície, chamada córnea, retira o oxigénio da atmosfera. Com a lente colocada,
a córnea tem menos acesso ao oxigénio e pode, por isso, ficar mais vulnerável a
infeções. Assim, é recomendado retirar sempre as lentes à noite.Além disso, dormir com as lentes também pode aumentar a possibilidade de se desenvolver uma infeção se a lente retiver resíduos ao longo do dia. Por isso, se acidentalmente te esqueceres de retirar as lentes à noite, é necessário removê-las logo ao acordar e colocá-las na solução de limpeza para retirar a sujidade acumulada e as bactérias.
As lentes podem perder-se atrás do olho?
Não. Há uma membrana fina que se chama conjuntiva, que
cobre a parte branca do globo ocular e que se liga ao interior das pálpebras, isso
impede que a lente de contacto se perca atrás do olho.
E
podem saltar dos olhos?
As antigas lentes de contacto podiam, de vez em quando, saltar dos olhos quando se fazia desporto e outras atividades com mais movimento. Mas as lentes recentes são fabricadas de uma forma que se adaptam melhor aos olhos. Por isso, é muito raro que uma lente salte do olho.
As
lentes de contacto podem ficar encravadas no olho?
As lentes de contacto moles podem colar-se ao olho quando secam. Mas basta aplicares o líquido das lentes de contacto ou soro fisiológico estéril para ficarem reumidificadas e descolarem do olho.
As lentes podem entrar em contacto com a
água?
Estas amibas alimentam-se de bactérias e podem sobreviver no olho de uma pessoa. O indicado é retirar-se as lentes antes de se entrar em contacto com a água. Se te esqueceres de retirar as lentes, deves fazê-lo logo de seguida e colocar no líquido desinfetante das lentes para limpar qualquer resíduo que tenha lá ficado.
Não se pode usar lentes quando se faz
desporto?
Não é verdade, aliás, os oftalmologistas defendem que as lentes são a melhor opção para se ter uma visão corrigida enquanto se faz desporto. As lentes podem melhorar a visão a longa distância e a visão periférica.
sexta-feira, 2 de outubro de 2026
Pára e olha para ti!
Referências Bibliográficas:
CNPDPCJ. (s.d.). Saúde Mental. Obtido de Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção das Crianças e Jovens: https://www.cnpdpcj.gov.pt/saude-mental
Neto, A., Feldman,
R., Noguchi, D., Cruz, S., & Gonçalves, B. (s.d.). Obtido de Saúde Mental
Einstein : https://www.einstein.br/saudemental
Ordem dos Psicólogos
Portugueses (2013). Saúde Mental das Crianças e Jovens – Que Futuro? Os Novos
Desafios Colocados pelos Media e pelas Novas Tecnologias. Lisboa.
Artigo
elaborado por: Joana Cardoso | 36CE sob orientação
dos enfermeiros da UCC Grei - Águeda
quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Música, emoções e redes sociais: Será que Escolhemos Mesmo o que Ouvimos?
Referências bibliográficas
American
Psychological Association. (2023). Mind and Body: Music as Medicine.
Washington, DC: APA.
Koelsch, S.
(2014). Brain correlates of music-evoked emotions. Nature Reviews
Neuroscience, 15(3), 170–180.
Levitin, D.
J. (2006). This Is Your Brain on Music: The Science of a Human Obsession.
New York: Dutton.
OECD.
(2021). Digital Education Outlook 2021: Pushing the Frontiers with
Artificial Intelligence, Blockchain and Robots. Paris: OECD Publishing.
Artigo elaborado por Enf.ª Conceição Coimbra - Enf.ª UCC Grei de Águeda














