segunda-feira, 28 de setembro de 2020

Implante: Uma opção contracetiva!

 
O que é o implante contracetivo?
em cada 100
engravida
no uso habitual.

O implante é um contracetivo altamente eficaz e praticamente invisível, tendo aproximadamente o mesmo tamanho de um fósforo, sendo colocado debaixo da pele do braço, libertando continuamente uma hormona, o progestagénio, em pequenas doses, a partir do seu reservatório para a corrente sanguínea.
O implante poderá ser uma opção para as mulheres que querem evitar a rotina diária de um método contracetivo e que não pretendem engravidar.
 
Como atua?
 
O progestagénio…
  • Impede os seus ovários de libertarem óvulos;
  • Torna o muco cervical mais espesso, tornando mais difícil aos espermatozoides moverem-se livremente no útero e fertilizarem o óvulo.
Quando se deve colocar o implante?
 
Após consulta com profissional da área da saúde e confirmação de que você não está grávida, o implante deve ser inserido no prazo de 7 dias depois do início do ciclo menstrual ou imediatamente, no prazo de 7 dias após aborto. Se o implante contracetivo for colocado fora desses prazos, você vai precisar usar outro método não hormonal (de barreira – preservativo por exemplo) nos 7 dias seguintes.
 
 
Como é colocado o implante?
 
 
 
 
Um profissional especializado irá anestesiar uma pequena área no lado interior do braço e, com uma agulha especial, introduzirá o implante imediatamente debaixo da pele.
 
 
 
 
 
 
O Implante é comparticipado! Nas consultas de planeamento familiar do Serviço Nacional de Saúde pode colocá-lo gratuitamente.
 
 
 
 
 
Quando pode ser removido?
O implante pode ser removido em qualquer altura com uma pequena cirurgia, sob efeito de anestesia local, por um profissional especializado. Após a remoção do implante, o efeito contracetivo desaparece de uma forma rápida. Assim, permite o rápido regresso ao seu nível de fertilidade anterior.
 
 
 
Quais as vantagens e as desvantagens do implante contracetivo?
 
Vantagens
Desvantagens
Com uma taxa de 99.95% este é um dos métodos contracetivos mais eficazes.
A colocação e a remoção devem ser efetuadas por um profissional especializado.
Adequado para as mulheres que procuram uma contraceção de reversível de longa duração (3 anos) e que querem evitar os regimes de administração diários, semanais ou mensais.
 
Pode provocar hemorragias irregulares;
 
Permite a espontaneidade sexual e não obriga às interrupções das relações sexuais
Pode causar dor abdominal e/ou sensibilidade mamária, sendo que algumas mulheres referem aumento de peso;
 
Pode constituir uma alternativa para as mulheres que não toleram ou não querem estrogénio
Não protege contra a infeção do HIV(SIDA) ou outras doenças sexualmente transmissíveis (DST’s)
 
Pode ser usado durante a amamentação, 6 semanas após o parto
 
 
Quais os efeitos secundários do implante contracetivo?
 
ü  Alterações no período menstrual
               
 
 ⇩ 
 
Um efeito secundário frequente decorrente da utilização de um implante contracetivo é a alteração dos períodos menstruais. Pode sentir uma alteração na frequência (ausência, menos frequente, mais frequente ou contínua), na intensidade (reduzida ou aumentada) ou na duração. Aproximadamente 1 em 5 mulheres referiu ter uma ausência de hemorragia, enquanto que 1 em 5 mulheres referiu ter hemorragia frequente e/ou prolongada. Ocasionalmente, foi observada hemorragia abundante. Em ensaios clínicos, as alterações hemorrágicas foram a principal razão para a interrupção do tratamento (cerca de 11%). O padrão hemorrágico sentido durante os primeiros 3 meses indica geralmente o seu padrão hemorrágico no futuro.
A alteração no padrão hemorrágico não significa que o implante não seja adequado para si ou que não esteja a protegê-la de uma gravidez. Mas caso a hemorragia seja muito abundante ou prolongada, deverá consultar o médico.

Efeitos secundários muito frequentes (podem afetar mais de 1 em cada 10 pessoas)
ü  Acne;
ü  Dores de cabeça;
ü  Aumento do peso corporal;
ü  Tensão mamária e dor;
ü  Infeção vaginal.
 
Efeitos secundários frequentes (podem afetar até 1 em cada 10 pessoas)
ü  Queda de cabelo e pelos;
ü  Tonturas;
ü  Humor depressivo;
ü  Instabilidade emocional;
ü  Nervosismo;
ü  Desejo sexual diminuído
ü  Aumento do apetite
ü  Dor abdominal
ü  Náuseas
ü  Gases no estômago e intestinos;
ü  Menstruações dolorosas;
ü  Diminuição do peso corporal;
ü  Sintomas gripais;
ü  Dor;
ü  Fadiga;
ü  Afrontamentos;
ü  Dor no local do implante;
ü  Reação no local do implante;
ü  Quistos ováricos (pequenas bolsas de líquido que se desenvolvem nos ovários e que geralmente desaparecem por si, mas que por vezes podem causar dor abdominal ligeira. Em situações mais raras, podem originar problemas mais graves)
 
Efeitos secundários pouco frequentes (pode afetar até 1 em 100 pessoas)
ü  Comichão;
ü  Comichão na zona genital;
ü  Erupção cutânea;
ü  Crescimento excessivo de pelos;
ü  Enxaqueca;
ü  Ansiedade;
ü  Insónia;
ü  Sonolência;
ü  Diarreia;
ü  Vómitos;
ü  Obstipação;
ü  Infeção do trato urinário;
ü  Desconforto vaginal (por exemplo, corrimento vaginal);
ü  Aumento das mamas;
ü  Secreção mamária;
ü  Dores nas costas;
ü  Febre;
ü  Retenção de líquidos;
ü  Dificuldade ou dor ao urinar;
ü  Reações alérgicas;
ü  Inflamação e dor de garganta;
ü  Rinite;
ü  Dor nas articulações;
ü  Dor nos músculos;
ü  Dor nos ossos
 
Existem ADVERTÊNCIAS ao Impante? Quais?
 
Pode ocorrer expulsão do implante se este for incorretamente colocado.
 
Após a inserção do implante, no caso de aparecimento e persistência de:
Ø  Acidente vascular tromboembólico
Ø  Doença cardíaca isquémica
Ø  Hipertensão mantida
Ø  Cefaleia, tipo enxaqueca, com alterações da visão
Ø  Icterícia ou doença hepática
 
… Recomenda-se a mudança de método contracetivo, após conversar com o seu médico!
 
 
 
Bibliografia
Consenso sobre Contraceção. Sociedade Portuguesa de Ginecologia, 2011
 
 
 
 
 
O implante poderá ser uma opção para as mulheres que querem evitar a rotina diária de um método contracetivo, mas que não pretendem engravidar.
O implante é um contracetivo altamente eficaz e praticamente invisível. Aproximadamente do mesmo tamanho de um fósforo, o implante é colocado debaixo da pele do braço, libertando continuamente uma hormona, o progestagénio, em pequenas doses, a partir do seu reservatório para a corrente sanguínea. O progestagénio impede os seus ovários de libertarem óvulos ao mesmo tempo que torna o muco cervical mais espesso, o que torna mais difícil aos espermatozoides moverem-se livremente no útero e fertilizarem o óvulo.

O implante poderá ser uma opção para as mulheres que querem evitar a rotina diária de um método contracetivo, mas que não pretendem engravidar.
O implante é um contracetivo altamente eficaz e praticamente invisível. Aproximadamente do mesmo tamanho de um fósforo, o implante é colocado debaixo da pele do braço, libertando continuamente uma hormona, o progestagénio, em pequenas doses, a partir do seu reservatório para a corrente sanguínea. O progestagénio impede os seus ovários de libertarem óvulos ao mesmo tempo que torna o muco cervical mais espesso, o que torna mais difícil aos espermatozoides moverem-se livremente no útero e fertilizarem o óvulo.
 
 
 
 
 
 
 
 
Enfermeira Carina Coutinho
(Estudante do Curso de Pós- Licenciatura de Especialização e Mestrado em Enfermagem de Saúde Materna e Obstetrícia)
O implante poderá ser uma opção para as mulheres que querem evitar a rotina diária de um método contracetivo, mas que não pretendem engravidar.
O implante é um contracetivo altamente eficaz e praticamente invisível. Aproximadamente do mesmo tamanho de um fósforo, o implante é colocado debaixo da pele do braço, libertando continuamente uma hormona, o progestagénio, em pequenas doses, a partir do seu reservatório para a corrente sanguínea. O progestagénio impede os seus ovários de libertarem óvulos ao mesmo tempo que torna o muco cervical mais espesso, o que torna mais difícil aos espermatozoides moverem-se livremente no útero e fertilizarem o óvulo.
O implante poderá ser uma opção para as mulheres que querem evitar a rotina diária de um método contracetivo, mas que não pretendem engravidar.
O implante é um contracetivo altamente eficaz e praticamente invisível. Aproximadamente do mesmo tamanho de um fósforo, o implante é colocado debaixo da pele do braço, libertando continuamente uma hormona, o progestagénio, em pequenas doses, a partir do seu reservatório para a corrente sanguínea. O progestagénio impede os seus ovários de libertarem óvulos ao mesmo tempo que torna o muco cervical mais espesso, o que torna mais difícil aos espermatozoides moverem-se livremente no útero e fertilizarem o óvulo.
O implante poderá ser uma opção para as mulheres que querem evitar a rotina diária de um método contracetivo, mas que não pretendem engravidar.
O implante é um contracetivo altamente eficaz e praticamente invisível. Aproximadamente do mesmo tamanho de um fósforo, o implante é colocado debaixo da pele do braço, libertando continuamente uma hormona, o progestagénio, em pequenas doses, a partir do seu reservatório para a corrente sanguínea. O progestagénio impede os seus ovários de libertarem óvulos ao mesmo tempo que torna o muco cervical mais espesso, o que torna mais difícil aos espermatozoides moverem-se livremente no útero e fertilizarem o óvulo.
O implante poderá ser uma opção para as mulheres que querem evitar a rotina diária de um método contracetivo, mas que não pretendem engravidar.
O implante é um contracetivo altamente eficaz e praticamente invisível. Aproximadamente do mesmo tamanho de um fósforo, o implante é colocado debaixo da pele do braço, libertando continuamente uma hormona, o progestagénio, em pequenas doses, a partir do seu reservatório para a corrente sanguínea. O progestagénio impede os seus ovários de libertarem óvulos ao mesmo tempo que torna o muco cervical mais espesso, o que torna mais difícil aos espermatozoides moverem-se livremente no útero e fertilizarem o óvulo.
O implante poderá ser uma opção para as mulheres que querem evitar a rotina diária de um método contracetivo, mas que não pretendem engravidar.
 
 
 
 

 

 

segunda-feira, 7 de setembro de 2020

Asma e Regresso às Aulas


O regresso às aulas chega numa altura em que se inicia a época das constipações, gripes e infeções respiratórias.


Com o retomar do quotidiano escolar, voltam as grandes aglomerações de alunos nos mesmos espaços e regressa a prática de exercício físico na escola que, embora seja extremamente benéfica, pode exigir alguma atenção especial, sobretudo quando o exercício é praticado ao ar livre com vocês expostos ao ar frio.
Acresce ainda o stress e a ansiedade que podem pesar sobre vocês nesta altura, com as eventuais mudanças de escola, de turma, de professores, etc.
É um período crítico para os asmáticos e alérgicos. Juntos, todos estes fatores tornam mais provável que haja um descontrolo da doença e que retornem os sintomas e até mesmo as crises. Aliás, alguns estudos indicam que é exatamente nesta altura do ano que se registam mais visitas de crianças/adolescentes com asma aos Serviços de Urgências.
Por isso, com o regresso às aulas, as Equipas de Saúde aconselham os pais de alunos com asma a tomarem uma série de medidas que visam acautelar a ocorrência de crises no início do ano letivo, o que poderá repercutir-se de modo negativo sobre a assiduidade às aulas e, consequentemente, sobre os resultados escolares.
Segundo os especialistas, cerca de 11% dos alunos que frequentam a escola sofrem de asma. Nos Estados Unidos, calcula-se que, todos os anos, os estudantes asmáticos faltem 13 milhões de dias às aulas por causa da sua doença. Este será um dos motivos mais frequentes pelos quais os miúdos não vão à escola e, certamente, um dos mais evitáveis.

De acordo com um estudo, as crianças com asma mal controlada faltam mais de seis dias às aulas, em seis meses, quando os alunos saudáveis faltam apenas 2,6 dias durante o mesmo período de tempo.
Como tal, aconselhamos que, se fores asmático apeles aos pais para te levarem a fazer um check-up à tua saúde respiratória, mesmo se tudo parece correr sobre rodas. Ainda que a asma pareça sob controlo, a consulta será uma excelente oportunidade para reavaliar as medicações e ponderar a realização de medidas para diminuir o risco de infeções que são causas muito frequentes de agravamento da asma nesta altura do ano.
Do mesmo modo, a visita poderá ajudar a traçar uma estratégia, a montar um plano de ação para o caso de a asma atacar inadvertidamente! 
Elaborado o plano, deve ser divulgado às pessoas que lidam contigo no dia-a-dia, desde os professores ao treinador. Nessa altura, os teus pais e tu poderão aproveitar para conversar um pouco com todos eles, discutindo, inclusivamente, quais os fatores desencadeantes da asma, bem como recolher informação sobre a escola, sobretudo se não for a mesma do ano passado.
É, também, fundamental conhecer a disponibilidade dos profissionais que lá trabalham, sensibilizá-los para o assunto e solicitar-lhes ajuda. Afinal, esta deve ser uma tarefa de todos.
Confirmar a data de validade dos medicamentos é outro dos cuidados que deves ter em conjunto com os teus pais, bem como assegurar-te de que trazes sempre contigo o inalador de alívio de sintomas, que és capaz de o utilizar corretamente ou que alguém será capaz de te o administrar de forma eficaz, quando não consegues fazê-lo por ti mesmo.
Outra medida é relembrares os teus pais para questionar o responsável da escola e os profissionais se existem pessoas com treino no socorro a estes casos. Caso tenhas alergias suscetíveis de te causar um choque anafilático, a escola deve estar a par da situação e saber o que deve fazer em caso de reações graves (deves ter sempre contigo a placa que te identifica como alérgico e a caneta para auto-administração de adrenalina).
Deves ter conhecimento e evitar os alergéneos que te fazem mal. Caso tenhas alergias alimentares, não deve aceitar comida dos colegas e devem informar a escola e discutir os pormenores da alimentação com os responsáveis pelo Refeitório (ou pedir ao professor responsável que o faça).

A dieta mediterrânica pode proteger as crianças da asma e da rinite alérgica.Num estudo realizado , as conclusões não surpreenderam: as crianças que, no último ano, tinham feito uma dieta baseada em vegetais, frutas e legumes, nozes, peixe e cereais, além de pobre em lacticínios, carne, gordura e “comida de plástico”, tinham menos asma e menos rinite alérgica, bem como menos sintomas tais como espirros, pieira ou lacrimejo nos olhos.

Como sublinharam os investigadores, a explicação parece residir no facto de os alimentos contidos na chamada dieta mediterrânica serem ricos em antioxidantes, que podem exercer um papel protetor sobre os pulmões e prevenir lesões nas vias aéreas.
Além disso, sabe-se que o peixe é rico em ómega 3 e pobre em ómega 6, uma equação que se tem mostrado eficaz na redução nos níveis de proteínas pró-inflamatórias nocivas. 
Durante os primeiros tempos de aulas, está atento ao teu sono. Se tosses, chias ou acordas muito frequentemente é porque a doença não está bem controlada e neste caso tens de ir ao teu médico assistente.
Finalmente, os pais devem fornecer o seu contacto em caso de necessidade. 


Depois, certamente que tudo correrá pelo melhor! 



Bibliografia:
http://apa.org.pt/category/publico/criancas/

terça-feira, 11 de agosto de 2020

Religião...Praticar ou Não?


A Juventude é marcada por imensas transformações.
É onde surgem imensas dúvidas e incertezas, onde se questiona o porquê das coisas e a nossa identidade!
É uma fase de novas experiências, onde assume principal importância o nosso grupo de amigos, em prol da família.

No entanto, a família assume-se como a primeira e a principal responsável na transmissão de valores - valores esses ensinados desde a infância - e que influenciam diretamente na contrução da  tua identidade, refletindo-se na tua personalidade futura, nas tuas escolhas e tomadas de decisão!

Entre os valores familiares, são transmitidos os valores religiosos, onde a "herança religiosa" se vai transmitindo de geração em geração (ex: és católico porque a tua família também é, porque aprendes desde cedo as vivências dos teus pais, vendo neles o exemplo a seguir. Foram os valores relativos a esta religião que te foram transmitidos; o mesmo se aplica a qualquer outro tipo de religião).

Porém, esta transmissão religiosa encontra-se ameaçada!

- Primeiro: a tradição já não é o que era
A mudança da estrutura familiar contribui para quebrar a transmissão: as pessoas casam-se menos, mais tarde e mais civilmente; as ruturas conjugais crescem; as crianças nascem progressivamente em menor quantidade e no seio de coabitações. Ou seja, a reprodução das linhagens crentes tradicionais, assentes em casamentos religiosos estáveis e em famílias alargadas, fica certamente comprometida com estas transformações em curso.

- Segundo: as crenças religiosas não são recebidas de forma imposta, mas questionada a sua utilidade
Atualmente, o jovem vive num mundo onde as informações das mais variadas fontes são acessíveis a todos de forma rápida. Por isso, diante de tantas publicações científicas, páginas na internet, produções, revistas culturais, textos e artigos filosóficos, pergunta-se: crença ou descrença – o que é mais saudável?

Neste sentido, a situação religiosa dos filhos nem sempre é a mesma da dos pais. Há casos em que os pais são católicos e praticantes e os filhos têm outra posição religiosa, bem como ideologias religiosas divergentes das dos seus pais.

"Estudos demonstram que os adolescentes com maior religiosidade apresentam comportamentos mais saudáveis, além de melhores índices de saúde física e mental, em comparação com aqueles que não são religiosos. No campo da saúde mental, os resultados se mostraram ainda mais interessantes: a religião, ao fornecer uma compreensão e significado na vida dos adolescentes, estava diretamente associada a níveis mais baixos de sintomas depressivos, além de estar conexa com menor risco de suicídio."

Alguns jovens sentem a necessidade de aprofundar esta dimensão, para encontrar equilíbro e harmonia pessoal, enquanto que outros não sentem essa necessidade. Têm, assim, as suas próprias razões para praticar ou não a religião. 
💒 Os que praticam alegam como razões, a herança religiosa familiar, a fé e a paz da consciência.
💒 Os não praticantes, afirmam que, para ser uma pessoa religiosa, não é necessário praticar qualquer religião. A falta de tempo é outra razão invocada,  pois ocupam a sua vida com outras opções, a que dão mais importância, como por exemplo, o desporto. Outro argumento para não comprometerem com uma prática religiosa é o comportamento da hierarquia da Igreja e dos crentes praticantes.


Mudança religiosa

Desgosto amoroso, sofrimento ou uma alegria (mais visível nas adolescentes do sexo feminino)
Adolescência 
Aquisição de novos conhecimentos 


Desta forma e independentemente de... 
                  ...a tua família considerar que deves seguir as suas ideologias religiosas ou
                               ...algumas pessoas serem a favor que deves escolher a própria religião em conformidade com os teus desejos e buscas individuais.
                                                            ...no aspeto religioso, necessitas da orientação elucidativa não só dos pais, mas de representantes religiosos racionais e professores sensatos que possibilitem que a religião seja encorajada e estimulada, em vez de dirigida ou comandada.

Deves seguir a ideologia religiosa que considerares a mais adequada a ti, pois quando a escolheres tens de te identificar com ela. Tens de sentir que a religião (seja na igreja ou em outro local) se aproxima das tuas dúvidas, dos teus problemas. Que o representante saiba conversar contigo, te ouça, colocando-se ao teu nível e que se interesse por aquilo que te preocupa!

Bibliografia:
http://repositorium.sdum.uminho.pt/handle/1822/24207

terça-feira, 14 de julho de 2020

DICAS da SEMANA


Esperamos que se encontrem bem e de FÉRIAS!!

No entanto, férias não é sinónimo de NÃO LER! 

Como tal, hoje trazemos mais algumas Dicas Semanais elaboradas! Esperemos que continuem a gostar e reforçamos - se tiverem alguma questão/dúvida, não hesitem em contactar a Equipa Local de Saúde Escolar ou a Equipa de Saúde Familiar.









quinta-feira, 18 de junho de 2020

DICAS da SEMANA


A atual situação de pandemia impõs a reorganização das respostas dos Serviços de Saúde! 

Neste sentido, todos os projetos programados para este ano letivo, no âmbito da Saúde Escolar, foram interrompidos. No entanto, numa perspetiva de nos mantermos próximos de vocês, e fazendo uso das novas tecnologias hoje existentes, a Coordenação Regional de Saúde Escolar da ARS do Centro, em articulação com as coordenações de outros programas de saúde, propôs um desafio – “Saúde Escolar em Casa- Dicas Semanais”.

Abaixo encontram-se algumas das Dicas Semanais já elaboradas! Esperemos que gostem e se tiverem alguma questão/dúvida, não hesitem em contactar a Equipa Local de Saúde Escolar ou a Equipa de Saúde Familiar.

BOA LEITURA!







quarta-feira, 17 de junho de 2020

Os grupos na minha vida


Quem sou eu? O que quero? O que está a acontecer comigo? Porque é que o mundo é assim? Será que eu não posso mudar o mundo?



Na adolescência, vais gradualmente construindo relações significativas fora do teu contexto familiar, o que te permite a aproximação e o sentimento de pertença em relação ao teu grupo de amigos.

Chamamos de PARES um conjunto de pessoas de igual posição social, de comum interesse ou que compartilham um perfil (ex:idade ou género), posição hierárquica, qualificações, background e/ou habilidades. Neste período, o grupo de pares, diz respeito aos colegas da tua faixa etária, que convivem nos mesmos espaços (escola, família, rua/bairro ou clube desportivo).

Não participares de nenhum grupo, significa o mesmo que estares fora do universo. É natural, o grupo de amigos é agora o teu GRUPO principal, o grupo do qual fazes parte e onde sentes que
podes partilhar e fazer tudo!

É aquele sentimento de "Nós contra tudo e todos", pois só assim consideras que faz sentido, que te afirmas perante os adultos e a sociedade, só assim é que és reconhecido e admirado. É com eles que te vais afirmar e experimentar tudo o que te apetecer!



No entanto, pára um pouco e pensa!

A influência do grupo de pares - pode ser positiva ou negativa...para sermos aceites, tendemos a mudar o nosso comportamento pela influência do grupo, sendo mais suscetíveis de nos conformarmos com as práticas e valores do grupo e aceitar assim a sua influência.


Como tal, muitas vezes, para não sermos excluídos ou com receio de sermos gozados ou ainda pior, de sofrermos bullying, mudamos o nosso comportamento, a nossa forma de estar e ser (os nossos valores e atitudes), mesmo sem nos sentirmos confortáveis ao fazê-lo!

Mas fazemo-lo para sermos aceites, para fazermos parte do grupo ou porque o grupo nos pressiona para o fazer. Porque se não o fizermos, se recusarmos (se dissermos NÃO, Não quero fazer ou NÃO, Não quero experimentar) somos rejeitados e ninguém gosta de ser rejeitado!


Sendo assim, é fundamental perceberes que:

1. Procura o GRUPO com o qual te realmente identifiques (porque têm os mesmos gostos, os mesmos valores) e não o GRUPO mais fixe, de que toda a gente dava tudo para fazer parte


2. Se o grupo te pressiona para fazeres/experimentares algo que realmente não queiras e não te respeita quando dizes NÃO e te exclui, é porque não é um grupo verdadeiramente AMIGO

3. Ser AMIGO é aceitar-te como tu realmente és

4. Os AMIGOS são nesta fase, os protagonistas da tua vida social, pois é com eles que vais partir à  aventura e vivenciar uma série de experiências

5. Mas a tua FAMÍLIA, os teus pais vão ser sempre o GRUPO DE REFERÊNCIA, são aqueles que te vão sempre apoiar e onde te vais sentir seguro quando as coisas correm menos bem. Mesmo que isso implique que ao dizerem NÃO para algumas das tuas solicitações, também demonstra AMOR e faz parte do processo de educação.


Nunca ninguém disse que a ADOLESCÊNCIA ia ser fácil, porque não é. Talvez seja o período mais conturbado da tua vida! Mas tem de ser vivida...cabe a ti escolher a forma como a queres viver!!!

Bibliografia:

http://www.psicoedu.com.br/2017/04/grupo-influencia-pares-relacoes-sociais-entre-criancas-adolescentes.html